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quarta-feira, julho 04, 2012

Viver...

Luiz Antônio Gasparetto 



"Viver, como se fosse o último dia...
Trabalhar, como se fosse para Deus...
Gostar de todos, como se fosse amor...
Libertar-se, como se estivéssemos no fim de todas as dores.
Olhar tudo como se fosse obra de arte.
Caminhar, como se estivéssemos nas nuvens.
Abraçar a todos, como se fossem nossos filhos.
Perdoar, como se nunca tivéssemos sido ofendidos.
Desapegar, como se não tivéssemos mãos.
Cooperar, como se não houvesse luta.
Sorrir, como se tudo fosse uma brincadeira.
Recomeçar, como se fosse a última chance.
Em qualquer ação,
o importante é fazê-la com classe,
como se fosse pela primeira vez, 
consciente de que o tempo não volta 
e que tudo é para sempre."




quinta-feira, maio 31, 2012

Percepção dos momentos


Gasparetto



Para que deixar passar
o tempo sem sentir?
Pois que na vida nada fica.
e a sensação de existir,
é a percepção dos momentos
dentro do coração.
olhar, ouvir e gostar
no gosto de cada instante,
na consciência interior.
Não há lutas para se travar,
não há queixas a se fazer.
apenas o deixar ser,
acompanhando o interminável
drama da vida.


.....

terça-feira, novembro 15, 2011

Encontre hoje a sua Felicidade.


Como viver definitivamente de bem com a vida,
livres das sensações que aprisionam a alma, e que nos deixam  cegos
às oportunidades de felicidade.
     

Texto de Luiz Antônio Gasparetto
      Imagem: Trabalho de Hina Aoyama.  (Papel e tesoura)



Solte essa vítima que, às vezes, você incorpora.
Deixe de dar tanta importância aos desapontamentos que você teve na vida.
Afinal, a vida continua!


Agora repita:
Estou aqui e vivo a vida com os desafios que ela me traz.
Eu não sou vítima, não protejo mais essa coisa pequena.
Eu assumo minha coragem!
Assumo minha vontade de ir em frente e a necessidade
de estar sempre de bem com a vida.
Eu posso manter meu alto-astral.        
Permito-me falar o que quero, deixo que meus sentimentos
se expressem como são.
Eu posso manter o bom humor!
Para isso, deixo que as pessoas cuidem dos próprios problemas
e eu assumo os meus.
Para continuar com esse entusiasmo, eu não espero nada de ninguém.
Afinal, sou livre para aproveitar tudo que existe ao meu redor.
Deixo minha curiosidade avançar até onde ela quer.
Eu decido ser engraçado (a), ter humor e não levar as coisas tão a sério.
Sim, eu posso sorrir, eu posso jogar fora minhas mágoas,
minhas tristezas, meus desapontamentos e minhas desilusões.
Que bom jogar fora todas as desilusões!
Vamos lá: faça isso por si mesmo (a)!
Às vezes, você recomeça assim, renovado (a),
e se sente meio atrapalhado (a).
Parece até que está forçando a barra.
É isso mesmo!
É preciso forçar um pouquinho para dar o arranque.


Continue dando esse tranco até que o motor esquente
e você comece a despertar em si o ânimo
e a alegria que dormiam o humor que estava posto de lado.
Deixe aflorar a criatividade, a curiosidade, a liberdade,
as ideias, os verdadeiros objetivos.

Volte a dizer:
"Eu posso manter meu alto-astral porque me aceito como sou".
Jogue pra dentro de si essa sensação gostosa: eu aceito.
Aceito que me deixei envolver pela tristeza,
fruto dessas situações delicadas e difíceis que acabei criando
quase sem perceber.
Mas não brigo comigo: fiz o que fiz por achar que era o melhor,
e agora eu me dou conta de que essa atitude
não é mais a melhor pra mim.

Eu me aceito como sou, diferente dos outros.
Aceito que muitas pessoas não vão me entender,
não vão gostar de mim.
Aceito que não sou tão corajoso (a) quanto poderia ser.
Eu me abro pra crescer!
Aceito que não sou tão coerente e sincero (a), e que não sou tão capaz.
Aceito também que não sou perfeito (a).
Eu cometo erros, mas também acerto.
Aceito ser como sou porque essa é a minha viagem.
Aceito minha vida com as coisas que eu criei e as pessoas que atraí.
Aceito, assim, a possibilidade de mudar e renovar.
Quando eu me aceito dessa maneira, encho-me de força e coragem.
E não me canso jamais, porque enfrento as dificuldades sem medo.
Eu supero tudo - sempre firme!